Javé, não me abandones

                                                  Salmo 38, 1-23

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2 Javé, não me castigues com tua cólera, não me corrijas com teu furor. 3 Em mim se cravaram tuas flechas, sobre mim abateu-se a tua mão. 4 Por causa da tua ira, nada em meu corpo está intacto; nada está inteiro em meus ossos, por causa do meu pecado. 5 Minhas culpas ultrapassaram minha cabeça, e pesam sobre mim, como fardo pesado;  6 minhas chagas estão podres e supurando, por causa da minha insensatez. 7 Estou encurvando e encolhido, e ando entristecido o dia todo. 8 Meu  rins ardem de febre não há nada intacto em meu corpo. 9 Estou fraco e completamente  esmagado. Meu coração rosna, eu solto rugidos, 10 Senhor, todo o meu desejo está à tua frente, e meu gemido não se esconde de ti. 11 Meu coração palpita, as forças me abandonam, e a luz dos meus olhos já não mora comigo, 12 Amigos e companheiros se afastam da minha praga, e meus vizinhos ficam à distancia. 13 Os que atentam contra mim preparam armadilhas, os que procuram a minha ruína falam de crimes o dia todo planejando traições. 14 E eu, como surdo, o não escuto, fico mudo e não abro a boca. 15 Sou como alguém que não ouve, e que nada pode replicar. 16 É por ti, Javé, que eu espero! Senhor meu Deus, tu me responderás!  17 Eu peço: “Que não se alegrem à minha custa, não triunfem sobre mim quando eu tropeço!” 18 Sim, já estou a ponto de cair, minha dor está sempre à minha frente. 19 Sim, eu confesso a minha culpa, e me assusto com o meu pecado. 20 Meus inimigos mortais são poderosos, são muitos os que me odeiam sem motivo. 21 os que pagam o bem com o mal, e me acusam porque eu procuro o bem. 22 Javé, não me abandones! Meu Deus, não fiques longe de mim! 23 Vem socorrer-me depressa, meu Senhor, minha salvação!

“Suplica e confissão durante uma doença grave, talvez lepra. Para os antigos, qualquer doença, principalmente a lepra, era castigo mandado por Deus por causa do pecado. O salmista se encontra em situação semelhante. Descreve seu sofrimento, o abandono em que se encontra e os ataques de inimigos, que certamente se aproveitam da situação para lhe descobrir as prováveis culpas. A pessoa se encontra totalmente prostrada e indefesa. Súplica confiante. O salmista confessa a própria culpa, mas declara que não é culpado daquilo que os inimigos acusam nele, nem merece o tratamento que está recebendo”.

REFLEXÃO:

                 A exemplo do salmista, muitas vezes a criatura se encontra nesta situação; doença, abandono, discriminação, desolação, são tantas as situações e causas que nos leva a sentir como o salmista. Porém, quando nos encontrarmos assim devemos segurar nas mãos do Criador, pois Ele virá com o livramento, com o socorro, com a libertação; mas, é necessária a fidelidade, a busca deste socorro, pois o Deus da Paz e das Misericórdias, e tão somente Ele poderá livrar a Sua criatura amada, Ele nos ama com amor Supremo; com amor de um Pai que tudo faz por aquele filho fiel e obediente às Leis Divinas. Na certeza de que Ele não tardará como aquela música que fala assim: “… mas o Senhor virá, Ele não tardará que eu seja santo, santo, santo, pois Deus é Santo, Santo, Santo; que a santidade da minha vida apresse o Senhor e Ele logo virá”. Então, irmãos vamos entrar nesta corrente de sermos santos e buscar só o que nos levará a esta estrada? Que o Senhor vos abençoe com bênçãos celestiais. “A ti Pai, Deus Soberano, toda Honra, toda Gloria e todo o Louvor”. Amém. Assim seja.

                 

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