Tu és o meu pai, ó meu Deus

                                                                                                  Salmo 89,28-40

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28 E eu o tornarei meu primogênito, o altíssimo sobre os reis da terra.  29 Para sempre vou manter com ele o meu amor, e minha aliança com ele será firme. 30 Vou dar a ele uma descendência para sempre, e um trono duradouro como o céu. 31 Se os filhos dele abandonarem a minha lei e não seguirem minhas normas; 32 Se profanarem meus estatutos e não guardarem meus mandamentos, 33 eu punirei a transgressão deles com vara, e suas culpas com açoites. 34 Mas nunca vou tirar-lhes o meu amor, nem desmentir a minha fidelidade. 35 Jamais violarei a minha aliança, nem mudarei as minhas promessas.  36 Por minha santidade, eu jurei uma vez: Jamais mentirei a Davi. 37 Sua descendência será perpétua, seu trono como o sol à minha frente, 38 como a lua, firmada para sempre: seu trono será mais firme que o céu. 39 Tu, porém, o rejeitaste e desprezaste, ficaste indignado com o teu ungido. 40 Quebrastes a aliança com o teu servo, até ao chão profanaste a sua coroa.

“Em meio ao seu povo, Deus escolheu Davi e sua dinastia, chamados a serem instrumentos para libertar o povo e fazê-lo viver na justiça. Essa aliança com Davi foi feita com juramento e, por isso, é perpétua. Mas há uma condição: que os descendentes sejam fiéis. Caso contrário, Deus os castigará. A situação presente do povo e do seu rei faz pensar que Deus está sendo infiel às próprias promessas. Como entender isso”?

 

REFLEXÃO

                Há uma grande promessa de Deus para com os homens; se a criatura for fiel ao seu Deus, Ele dará uma descendência para sempre, e um trono duradouro como o céu. No vv37, o salmista fala que este trono será perpétuo. É percebido, que muitos dos filhos de Deus, quando o abandona permanece na solidão, no desvio dos caminhos que leva à presença do Pai e Criador. Quando Deus vê que somos pobres, mas fiéis, Ele nos protege, conduz por caminhos onde Ele estará sempre presente, no entanto quando nos desviamos permanecemos na solidão perdidos em nossos erros e ainda ousamos culpar a Deus pela nossa vida não andar de acordo com aquilo que esperamos; isso foi o que aconteceu ao salmista jogou sobre Deus a culpa pelos seus próprios erros como se Deus o estivesse punindo, a saída neste caso é se voltar a Deus, pedir Seu perdão e procurar se reconciliar com Ele assim Ele se voltará para nós e curará nossas feridas mesmo aquelas que nós mesmos causamos. Peçamos hoje a nossa Senhora da Penha que venha intercedendo para cada um de nós; para nos mantermos fies nos caminhos deste Pai que tanto nos ama. Deus abençoe a todos. Amém

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