O exemplo de Cristo

II Cor 8,7-15

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Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós

7 Em tudo vocês sobressaem: na fé, no dom da palavra, no conhecimento, e entusiasmo, além do amor que vocês tem por nós. Pois então, o procurem também distinguir-se nessa obra de generosidade. 8 Não digo isso para lhes impor uma ordem. Cito para vocês o exemplo de outros, para lhes dar ocasião de provar a sinceridade do amor que vocês têm. 9 De fato, vocês conhecem a generosidade de nosso Senhor Jesus Cristo; ele, embora fosse rico, se tornou pobre por causa de vocês, para com a pobreza enriquecer a vocês. 10 A propósito, vou dar-lhes uma sugestão, e é o que convém a vocês, já que foram os primeiros, desde o ano passado, não a realizar, mas também a querer realizar essa obra. 11 Agora, portanto, a excutem até o fim, de modo que essa boa disposição da vontade corresponda a realização, na medida dos meios que vocês tem. 12 Quando existe boa vontade, somos bem aceitos com os recursos que temos; pouco importa o que não temos. 13 Não queremos que o alívio para os outros seja causa de aflição para vocês; mas que haja igualdade. 14 Neste momento, o que está sobrando para vocês vai compensar a carência. Assim haverá igualdade, 15 como está na Escritura: “A quem recolhia muito, nada lhe sobrava; e a quem recolhia pouco, nada lhe faltava”.

“No ano 48, houve grande fome na Judéia e em Jerusalém, por causa da colheita fraca do ano precedente, que tinha sido sabático, no qual os judeus não semeiam, para que a terra possa descansar. Para atender à situação, organizou-se uma ajuda econômica em favor dos cristãos de Jerusalém. Depois, no primeiro concílio de Jerusalém, Paulo prometeu que, em suas missões entre os pagãos, daria atenção aos irmãos de Jerusalém. Aqui aconselha as igrejas de Corinto e de sua província a realizarem a coleta que já haviam decidido fazer. E salienta que essa ajuda material é graça de Deus, muito maior para quem oferece do que para quem recebe.”

REFLEXÃO:

                Amados irmãos e irmãs em Jesus Cristo, há necessidade de que a nossa obra de generosidade como exemplo a ser para dar ocasião de provar a sinceridade do amor que o povo tinha por outros irmãos que necessitam. Esta prova de amor será visível na generosidade de Jesus pelos irmãos necessitados e por todos. Numa visão de que: “a quem recolhia muito, nada lhe sobrava; e a quem recolhia pouco, nada lhe faltava”.  A preocupação dos apóstolos era de que a coleta fosse administrada por pessoas de confiança. Sejamos pessoas de confiança nos encargos de obras de caridade e partilha com os que sofrem e necessitam. A partilha e a solidariedade em favor dos mais pobres não se manifestam só na própria comunidade, mas eram sinal de unidade entre as primeiras comunidades. Que Deus nos dê o dom da partilha e da generosidade para com todos os mais pobres e necessitados. E que este mesmo Deus seja hoje e sempre louvado através das boas atitudes de cristãos. Assim seja! Amém!

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