Cristo é o Senhor de todos

Cl 3 18- 25_4,1

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18 Mulheres sejam submissas a seus maridos, pois assim convém a mulheres cristãs. 19 Maridos amem suas mulheres e não sejam grosseiros com elas. 20 Filhos, obedeçam em tudo a seus pais, porque isso agrada ao Senhor. 21 Pais, não irritem seus filhos, para que eles não fiquem desanimados. 23 Escravos obedeçam em tudo os seus senhores humanos, não só quando vigiados, para agradar aos homens, mas com simplicidade de coração, por temor ao Senhor. 23 Tudo o que vocês fizerem façam de coração, como quem obedece ao Senhor, e não aos homens. 24 Fiquem certos de que receberão do Senhor a herança como recompensa. O Senhor, a quem vocês servem é Cristo. 25 Quem comete injustiça receberá de volta a injustiça, pois não há distinção de pessoas. 4,1 Senhores tratem seus escravos com justiça e igualdade, sabendo que vocês também têm um Senhor no céu.

“Vemos que o apóstolo Paulo, aplica às relações humanas o princípio enunciado: fazer tudo “em nome do Senhor Jesus”. Ele prega uma única moral a todos os homens, mulheres, adultos, senhores e escravos: todos devem ser leais e respeitosos com os outros. Embora Paulo não se afaste do modo de pensar da sua época, sua proposta é um passo para que se reconheça a igualdade de direitos entre os homens e para que aconteçam importantes transformações sociais”.

REFLEXÃO:

                 Queridos irmãos e irmãs em Jesus Cristo. O texto que hoje vamos refletir é magnífico; quando terminamos de celebrar o Natal, uma família sagrada ao lado do Menino Jesus, lar este onde em que José e Maria escolhidos no meio da criatura humana, para serem aqueles que deveriam nutrir e cuidar do Filho de Deus o nosso Salvador Jesus; hoje vamos ver como deverá ser as famílias. Se os pais parecessem com José, se as mães fossem como Maria, evidentemente os filhos seguiriam Jesus. Pois bem, o amor mútuo, o carinho a compreensão, os laços sagrados se iniciam com o casal. Hoje é muito difícil ver casais que ainda seguem o primeiro ardor do primeiro momento em que diríamos o namoro. A proposta do Apóstolo serve para os nossos dias também: “Se ainda existisse igualdade entre os casais, os filhos não teriam necessidades de saírem de casa tão cedo, exceto para os estudos de faculdade e trabalhos de acordo com a profissão. Os direitos e deveres são iguais ainda para todos; ao contrário, “as ruas serão as madrastas de milhões de crianças que vão pelas ruas, órfãs de pais vivos; e asilos cheios de pais abandonados com filhos vivos”. Hoje eu suplico ao bom Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que venha com profusão de bênçãos para todos os lares, que as famílias sejam o aconchego para os seus filhos; que os filhos protejam os idosos, exceto aqueles que optaram por um asilo, mas estes também não sejam esquecidos por seus filhos e que façam uma visita sempre que possível. Que o Menino Deus seja ontem e sempre amado, glorificado e adorado. “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados”. Amém!

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