OS FRACOS INCOMODAM OS PODEROSOS

1º Macabeus 3, 27- 35 e 40 -41

guerras-punicas_ 27 Logo que sobe disso, o rei Antíoco ficou furioso e mandou concentrar todas as forças do reino, formando um exército poderosíssimo. 28 Abriu seu tesouro e adiantou o soldo de um ano para todo o exército, ordenando que ficasse de prontidão para qualquer eventualidade. 29 Percebeu, porém, que as reservas do tesouro não bastavam e as entradas que vinham das províncias eram poucas, por causa das revoltas  e ruínas que ele tinha espalhado no país, para acabar com as leis antigas. 30 E ficou com medo de não ter, como já havia acontecido outras vezes, o suficiente para as despesas e para os presentes que costumava distribuir mais que os reis anteriores. 31 Vendo-se em apuros resolveu recorrer à Pérsia, para recolher os tributos daquelas províncias e ajuntar grande soma de dinheiro. 32 Antes disso, deixou Lísias, membro distinto da família real, à frente dos negócios do rei, desde o rio Eufrates até a fronteira do Egito. 33 Encarregou-o de cuidar do seu filho Antíoco, até a sua volta. 34 Colocou sob o camando dele a metade de suas tropas, inclusive os elefantes, e o encarregou de tudo o que estava querendo, especialmente com relação aos habitantes da Judéia e de Jerusalém. 35 Lísias deveria mandar um exército para derrotar e destruir o exército de Israel e o que ainda restasse em Jerusalém. 40 Puseram-se em marcha com todo o exército e acamparam na planície, perto de Emaús.  41 Quando os traficantes da região souberam da notícia, correram para o acampamento com grande quantidade de prata, ouro e correntes, a fim de comprar os israelitas como escravos. Ao exército juntaram-se ainda tropas edomitas e Filistéias.

Quando a resistência do povo ganha corpo, os donos do poder entram em pânico. E sua primeira preocupação é reforçar o aparato militar, empenhando nisso todo o orçamento do país. A seguir, a estratégia consiste em desarticular a resistência, introduzir estrangeiros que não ofereçam perigo para o sistema e, finalmente, dividir o país, dificultando possíveis revoltas futuras. O tempo de crise é também o tempo dos aproveitadores: há sempre muita gente preparada para lucrar com a desgraça do povo”.

REFLEXÃO:

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Amados irmãos e irmãs; o texto de hoje, nos mostrou que quando um povo indeciso entra em pânico, pela falta de fé e por falta da presença de Deus, o Deus verdadeiro, as suas estratégias acabam não dando certo; querendo eles destruir os israelitas e o restante que havia em Jerusalém, tudo o que programaram acabou em nada. Até então os homens de Deus, que em meio às guerras, estavam sendo conduzidos por Ele, tudo acabava em vitória certa, todos aqueles que procuram lucrar com a desgraça do outro eles nem mesmo percebem o chão em que pisam. Como vimos ontem, o povo que luta e que está sendo conduzido por Deus ele não teme o inimigo, e a VITÓRIA é dele. Que Deus nos dê a graça da fidelidade e da fé, então seremos mais que vencedores. PAZ E MISERICÓRDIA!

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