A Fé, Força Dos Que Lutam

2ª Macabeus 15,1-6 e 30-36

Portada_ 1 Nicanor soube que os homens de Judas estavam na Samaria. Então planejou atacá-los de modo seguro no dia do repouso. 2 Alguns judeus, que estavam sendo forçados a acompanhá-lo, disseram: “Não os mate de maneira tão Barbara e selvagem! Respeite este dia, que foi honrado com o nome de santo por aquele que olha por todas as coisas”. 3 Mas o bandido perguntou se existe alguém poderoso no CÉU, que tenha determinado celebrar o dia de sábado! 4 Eles responderam sem vacilar: “Sim. É o Senhor vivo, o Soberano do céu. Ele mandou celebrar o dia do sábado”. 5 O outro continuou: “Eu sou o soberano da terra. E . E ordeno  pegar em armas e defender os interesses do rei”. Apesar de tudo, ele não conseguiu levar o seu projeto maligno até o fim. 6 Nicanor cheio de arrogância, pretendia fazer um troféu coletivo com as coisas que tomaria dos homens de Judas. 30 Judas que sempre fora, de corpo e alma, o primeiro na luta por seus concidadãos e que nunca perdera sua afeição juvenil para com seus compatriotas, mandou cortar a cabeça e o braço inteiro de Nicanor, levando-os para Jerusalém. 31 Chegando a Jerusalém, convocou os concidadãos e sacerdotes. E de pé, diante do altar mandou chamar os que ocupavam a fortaleza. 32 Então mostrou a cabeça do imundo Nicanor e a mão que o blasfemador tinha erguido, com toda a arrogância, contra a morada santa do Todo-poderoso. 33 Arrancou a língua do desalmado Nicanor e mandou cortá-la em pedaços para os passarinhos. O braço, símbolo da sua loucura, mandou pendurar na frente do Templo. 34 Todos elevaram os olhos para o céu, louvando o Senhor Glorioso e dizendo: “Bendito seja aquele que conservou sem contaminação o seu lugar sagrado”. 35 Judas mandou pendurar na fortaleza a cabeça de Nicanor, como prova visível e clara da ajuda do Senhor. 36 Então todos decidiram de comum acordo, que esse dia nunca mais passaria despercebido, mas que seria sempre comemorado no dia treze do mês doze, em aramaico o mês de Adar, ou seja, na véspera do dia de Mardoqueu.

“A suprema arrogância dos opressores é competir com o próprio Deus. Quem vencerá? Os opressores têm a seu serviço exércitos numerosos e bem armados. Deus tem consigo um povo aliado, cuja única força é o próprio Deus, que luta através das mãos de seu povo. É por meio da fraqueza do seu povo que Deus demonstra o seu poder. O importante é “combater com as mãos e rezar com o coração”, na certeza de que a vitória é de Deus e do seu povo. E sempre celebrar a vitória, para que as novas gerações não se impressionem com os poderosos deste mundo e nunca se dobrem diante deles”.

REFLEXÃO:

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Amados irmãos o exemplo que Judas homem temente a Deus deixou de legado para os cristãos é belíssimo. Ele ensina a todos nós que a melhor coisa é ser temente ao Senhor Deus; assim não precisaremos experimentar aqui na terra a “Lei do retorno” sabemos muito bem que a lei do retorno será para aquelas pessoas que sente um prazer em fazer o mal para os irmãos e irmãs, somente para vê-los em sofrimentos. Peçamos a Deus a graça de podermos viver sempre na prática do bem; se semearmos a violência colheremos guerra e o ódio. Mas todos aqueles que estão com Deus estarão sempre galgando a estrada do amor e da Misericordia. E que nosso Deus seja de geração em geração amado e louvado com cada gesto de caridade que realizarmos. “PAZ E MISERICÓRDIA!”

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