O Sábio Fala Pouco

Eclesiastes 10, 12-15 – 11, 7-10

 612 As palavras do sábio favorecem a ele mesmo, mas as palavras do insensato provocam sua própria ruína. 13 Se o início das palavras do insensato já é insensatez, o fim do seu discurso será tolice perversa. 14 O insensato multiplica as palavra, embora o homem não saiba o que vai suceder, porque ninguém lhe pode dizer o que vai acontecer no futuro. 15 O trabalho do insensato lhe causa fadiga, pois nem sabe como ir á cidade. _ 7 Doce é a luz, e agradável para os olhos ver o sol. 8 Se o homem viver por muitos anos procure desfrutar de todos eles; mas lembre-se dos dias sombrios, que serão muitos, pois tudo o que acontece é fugaz. 9 Jovem alegre-se na sua juventude e seja feliz nos dias da mocidade. Siga os impulsos do seu coração e os desejos dos olhos. Contudo, saiba que Deus vai pedir contas a você de todas essas coisas. 10 Expulse a melancolia do seu coração e afaste do seu corpo a dor, porque a juventude e os cabelos pretos são fugaz.

“Quem fala com sabedoria, fala pouco. As maiores verdades podem ser ditas de forma simples e em poucas palavras. Diante da fugacidade da vida, o autor deixa um conselho: viver enquanto é tempo, antes que chegue o fim. A velhice é aqui descrita através de um poema com largo uso de metáfora. Embora sem perspectivas de ressurreição ou vida após a morte, o autor diz que o sopro vital, isto é, a própria vida, retorna para Deus”.

REFLEXÃO:

Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Amados irmãos e irmãs, é maravilhoso saber através do Eclesiastes que a pessoa sábia fala pouco e que o insensato fala demasiadamente; para as pessoas que falam pouco, não imaginam que seja “sabedoria” de outro lado bem sabemos que daremos contas de todas as palavras inúteis que saírem de nossas bocas. Aí percebemos que será muito melhor falar pouco e o necessário; do que falar demais e inutilmente. Vimos também que as maiores verdades podem ser ditas de forma simples e em poucas palavras. Visto que o sopro da nossa vida retornará para Deus; e que prestaremos contas de nossas palavras, obras, atitudes, peçamos a este Deus misericordioso a graça de vivermos com sabedoria e na perspectiva de uma vida pura para o encontro com este Deus de Amor. Pois a sabedoria produz em nós estabilidade e estimulo de vida; e o temor a Deus, já celebrado, consiste em reconhecer a limitação humana e a sua abertura para Deus. Que Deus nos abençoe! Paz e Misericórdia!

 

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