Para os Teus Santos, havia Plena Luz

Sabedoria 18,1-13

fogo-que-segura-os-egc3adpcios1 Para os teus santos, porém, havia plena luz. Os outros, que lhes ouviam as vozes, mas não lhes viam a figura, os felicitavam por não estarem sofrendo. 2 Também lhes agradeciam por não lhes terem feito mal, apesar de maltratados, e lhes pediam por favor que fossem embora. 3 Em vez de trevas destes aos teus uma coluna de fogo, para guiá-los no caminho desconhecido, como sol inofensivo que iluminava sua gloriosa migração.4 Os outros mereciam ficar sem luz e aprisionados pelas trevas, porque haviam aprisionado os teus filhos, que iriam transmitir ao mundo a luz incorruptível da Tua Lei. Libertação e Julgamento_ 5 Eles decidiram matar os filhos dos santos, e um só menino, abandonado, se salvou. Como castigo, eliminaste os filhos deles em massa, e os fizeste morrer todos nas águas impetuosas. 6  Aquela noite já fora anunciada  aos nossos antepassados, para que tivessem ânimo, sabendo com certeza em que promessas haviam acreditado. 7 Teu povo esperava a salvação  dos justos e a ruína dos inimigos. 8 E, de fato, enquanto punias os adversários, tu nos cobrias de glória, chamando-nos para ti. 9 Os filhos santos dos justos ofereciam sacrifícios às escondidas e, de comum acordo, estabeleceram esta lei divina: os santos participariam solidariamente dos mesmos bens e perigos. E fariam isso entoando os cânticos dos antepassados. 10 Serviam como eco os gritos confusos dos inimigos, e ressoavam as lamentações dos que choravam seus filhos. 11 O mesmo castigo atingiu o escravo e o patrão, e o homem comum sofreu a mesma pena que o rei. 12 Todos tinham mortos sem conta, vítimas do mesmo tipo de morte, e os vivos eram insuficientes para enterrá-los. Num só instante morreu o melhor da geração deles. 13 Embora desacreditassem de tudo por causa de sua magia, quando seus primogênitos morreram eles reconheceram que aquele povo era filho de Deus.

“Variação bastante livre sobre a praga dos primogênitos, a Páscoa e a travessia do mar Vermelho. É o ápice da ação de Deus, libertando o seu povo para a vida e julgando o opressor, com as mesmas armas que este antes havia usado contra o povo”.

REFLEXÃO:

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Amados irmãos e irmãs, vimos aqui uma imagem do mar Vermelho a passagem do mar Vermelho a pé enxuto, a morte dos primogênitos de que forma que o mesmo castigo atingiu o escravo e o patrão, o homem comum sofreu a mesma pena que o rei. Vimos que o próprio Faraó chorou a morte do seu precioso filhinho; muito resolveu, ele que não quis atender ao clamor de Deus para que libertasse o povo de Deus. Se bem observarmos ainda há os grandes faraós poderosos prepotentes e os escravizados acreditando o que maior valor é o dinheiro, o poder, enquanto que precisamos cuidar-nos, pois ninguém poderá servir a dois Senhores, amará um e desprezará o outro, a dois não tem como servir e não sejamos enganados. Que Deus nos dê a graça da perseverança no bem. PAZ E MISERICÓRDIA! 

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